NOTA FUNAI

FOTO GLEILSON MIRANDAA Fundação Nacional do Índio vem publicamente informar que no dia 29 de junho de 2014 um povo indígena isolado estabeleceu contato com indígenas Ashaninka e servidores da Funai, na Aldeia Simpatia, na Terra Indígena Kampa e Isolados do Alto Rio Envira, no estado do Acre.

 


O contato ocorreu com a equipe da Frente de Proteção Etnoambiental Envira e o sertanista José Carlos Meirelles, da Assessoria Indígena do Governo do Estado do Acre. A FPE Envira vinha acompanhando a aproximação dos índios isolados desde o dia 13 de junho. A permanência do grupo isolado na região ocorre de forma pacífica.


No presente momento, a equipe da Frente de Proteção Etnoambiental Envira, da Coordenação-Geral de Índios Isolados e Recém contatados – CGIIRC, juntamente com o Distrito Sanitário Especial Indígena – DSEI, do Alto Rio Juruá/Secretaria Especial de Saúde Indígena, encontram-se na região para dar início ao Plano de Contingência para Situações de Contato. A equipe de servidores no local está qualificando as informações por meio de interpretes para que haja maior conhecimento deste grupo indígena.

 

A Politica de Proteção aos Índios Isolados da Funai tem a premissa do não contato, respeitando a autodeterminação dos povos e realizando o trabalho de proteção territorial com a presença destes. No entanto, são previstas ações de intervenção – planos de contingência – quando o grupo indígena isolado procura estabelecê-lo.

Destaques

class=Foram publicados, hoje (24), no Diário Oficial da União, os Despachos nº 86, 87 e 88, de 19 de agosto de 2016, em que o presidente substituto da Funai, Artur Nobre Mendes, aprova as conclusões e reconhece os estudos de...

class=O último dia do Seminário do Projeto GATI: Aprendizagens e Perspectivas, 19 de agosto de 2016, iniciou com a apresentação dos trabalhos de grupos que se reuniram no dia anterior para discutir os principais resultados e...

class=A Procuradoria-Geral Federal aprovou parecer que possibilita o pagamento pelo INSS de salário-maternidade a mães indígenas menores de 16 anos. A decisão considerou as condições sociais, econômicas e culturais peculiares dos povos indígenas, em que as crianças são, desde cedo, integradas ao processo de sociabilidade econômica, participando das atividades produtivas de suas comunidades.

 
 
 

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