Funai atua para garantir a segurança de indígenas que vivem em área atingida por incêndio no Maranhão

SoniaGuajajara PresFunai-Foto-MarioVilela-Funai-7.jpgokokO presidente da Funai, João Pedro, esteve reunido na tarde de hoje (5), com a representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Sônia Guajajara, na sede da Funai, em Brasília-DF.

 

Um dos temas tratados foi o incêndio que atinge a Terra Indígena Araribóia, no interior do Maranhão, há um mês. O fogo ameaça atingir indígenas isolados da etnia Awá, além de 12 mil indígenas Guajajara que vivem na região.

 

A Funai tem atuado fornecendo apoio logístico à operação, auxiliando no fornecimento de alimentação aos efetivos envolvidos no combate, bem como no transportes de materiais e pessoas e na articulação e acionamento dos órgãos envolvidos nas ações.

 

 

A Funai também promove o diálogo com as comunidades indígenas com vistas a esclarecer acerca dos trabalhos da operação e promover o bom andamento dos trabalhos.

 

Uma equipe da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) Awá da Funai, vinculada à Coordenação Geral de Índios Isolados e Recém Contatados, orienta as equipes de combate acerca dos procedimentos em função da existência de índios isolados na região.

 

Diante das dificuldades de se debelar os incêndios, a FPE Awá, juntamente com a Coordenação Regional Maranhão, solicitou o apoio do Exército Brasileiro, que, desde 1º de outubro, tem auxiliado na logística, com a implantação de duas bases, além de incrementar a equipe de combate ao incêndio com cerca 42 homens.

 

A Funai trabalha em parceria com o Ibama, Exército e Corpo de Bombeiros. Atualmente, a região conta com um efetivo de 130 brigadistas do Prevfogo, com equipes indígenas entre eles. Cerca de 20% da terra indígena já foi atingida pelo fogo.

Destaques

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Um lugar onde se planta e colhe frutos - um pomar. Em língua xavante, Abahi Tebrezê é o nome do projeto abraçado há dois anos pelas mulheres indígenas Xavante, da Terra Indígena (TI) Pimentel Barbosa, MT. Trata-se de uma ação de resgate do conhecimento tradicional, a partir da revitalização do cultivo de batatas nativas. A ideia é, a longo prazo, amenizar - e até reverter - efeitos negativos das mudanças nos hábitos alimentares e a sedentarização causada pela introdução de alimentação industrializada na comunidade.

 

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O Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen) deu ganho de causa ao povo Ashaninka no julgamento de um ato de infração da empresa Tawaya por usar indevidamente o conhecimento tradicional dos indígenas na fabricação...

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