Novo presidente interino da FUNAI busca celeridade nos processos de demarcação de terras

FranklinbergarquivoNatural de Manaus (AM), Franklimberg Ribeiro de Freitas é Diretor, desde janeiro de 2017, da Diretoria de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável da Fundação Nacional do Índio. À frente da DPDS, Franklimberg tem participado de ações importantes, como a busca da celeridade dos processos de demarcação de Terras Indígenas junto ao Ministério da Justiça. É também chefe do gabinete de crise que está gerenciando a situação do povo Gamela, no Maranhão.

 

Coordenou a elaboração do parecer sobre um projeto de lei que regula o Novo Estatuto dos Povos Indígenas, o apoio logístico durante seis meses na Operação Hileia Pátria, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, que teve por objetivo reduzir o desmatamento na Amazônia, particularmente nas Terras Indígenas.

 

No limite dos estados do Pará com o Maranhão, teve a oportunidade de coordenar com o IBAMA e outros órgãos federais ações de coibição de madeireiros e de serrarias nas Terras Indígenas do Rio Guamá (PA), Alto Turiaçu (MA), Awá (MA), Caru (MA), Reserva Biológica do Gurupi (PA), Flonas Jamanxim (PA), Altamira (PA), Zoró, Sete de Setembro, Aripuanã e Roosevelt (limite dos estados de Rondônia com o Mato Grosso), Igarapé Preto (RO), Santo Antônio do Matupi (RO) e Parna Mapinguari (RO) e Tenharim Marmelos (AM). Na ocasião, a então Ministra do Meio Ambiente Isabella Teixeira recebeu uma condecoração na Sede da ONU pelo feito.

 

Atuou como coordenador em Roraima da retirada de garimpeiros da Terra Indígena Yanomami (RR) em 2001 e 2012, e da operação logística que permitiu a demarcação da Terra Indígena Kayabi (norte do Mato Grosso e sudoeste do Pará).

 

Desempenhou a função de Assessor Parlamentar e de Relações Institucionais do Comando Militar da Amazônia (CMA), responsável pelas ligações externas do Comandante com Órgãos Federais, Estaduais e Municipais nas áreas dos poderes Executivo e Judiciário.

 

Chefiou o Centro de Operações do CMA nos anos de 2012 e 2013, onde teve a oportunidade de coordenar diversas atividades operacionais e logísticas de coibição aos ilícitos transfronteiriços nas inúmeras terras indígenas na região amazônica, como ações de madeireiros, garimpeiros e traficante de drogas.

 

ASCOM Funai

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