MAR inaugura mostra “Dja Guata Porã | Rio de Janeiro indígena”

O Museu de Arte do Rio (MAR) inaugurou esta semana a mostra "Dja Guata Porã | Rio de Janeiro indígena". A exposição, que conta a história do estado do Rio como história indígena, foi concebida com a colaboração de povos indígenas do estado ou que residem na capital carioca.

 

A mostra foi construída como uma plataforma de colaboração entre práticas museológicas e indígenas, a partir de um processo de diálogo conduzido entre 2016 e 2017 pela equipe de pesquisa, curadoria e educação do MAR, por meio de encontros abertos ao público, no museu e nas aldeias envolvidas.

 

"Dja Guata Porã" é dividida em diversos núcleos que apresentam obras, vídeos, fotografias e outros dispositivos criados pelos indígenas para a exposição, entrecruzados com documentação e iconografia sobre algumas das mais importantes questões dessa história. Uma grande linha do tempo contextualiza conceitos, períodos e acontecimentos enquanto quatro núcleos lançam luz sobre povos que hoje habitam o estado do Rio e indígenas que moram em contexto urbano. Ao mesmo tempo, cinco estações apresentam temas que atravessam épocas e povos, denotando sua relevância para a história cultural e de resistência dos povos indígenas: educação, comércio, arte, natureza e mulher. As estações foram concebidas com a colaboração de Josué Kaingang, Eliane Potiguara, Anari Pataxó, Niara do Sol e Edson Kayapó.

 

Uma instalação sonora recebe os visitantes na passarela de acesso ao Pavilhão de Exposições, mostrando a dimensão polifônica da diversidade cultural dos povos que fizeram e fazem a história do Rio de Janeiro e do Brasil.

 

A curadoria é de Sandra Benites, José Ribamar Bessa, Pablo Lafuente e Clarissa Diniz. A mostra permanece em cartaz até 4 de março de 2018.

 

Ascom/Funai

Com informações do MAR

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class=Hoje é dia de celebrar a importância cultural da herança indígena para o povo brasileiro. Esta contribuição se faz presente desde o hábito do banho diário até a nossa cultura alimentar. Aspectos tão simples que podem passar despercebidos no dia a dia, mas que atestam a presença indígena como fator determinante para nossa formação social, e que fazem parte da identidade do povo brasileiro: essa mistura de índios, brancos, negros e mestiços. Tal diversidade formadora do país é composta também pela diversidade da cultura indígena espalhada em 305 diferentes etnias e suas mais de 270 línguas.

 

 
 
 

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