Funai anuncia reabertura de bases de proteção na Terra Indígena Yanomami

BAPEs Yanomami

 

De acordo com a DPT, as grandes operações na região são iminentes. Diversas instituições governamentais estão trabalhando em parceria para atuar de forma efetiva, memorável e contínua dentro da terra indígena. No prazo de três meses, uma das bases terá sido reaberta e até 2020 todas estarão em pleno funcionamento com servidores da Funai, indígenas e a colaboração de agentes de outras instituições do Estado.

 

Equipe Funai e EB (2)Estratégia

 

No intuito de realizar levantamento da situação das Bases de Proteção Etnoambiental desativadas, discutir com comunidades Yanomami sobre o processo de reabertura das unidades e promover um monitoramento do avanço da atividade garimpeira ilegal sobre a Terra Indígena Yanomami, técnicos da Funai realizaram constantes visitas à área, promovendo um espaço de diálogo e cooperação junto aos indígenas.

 

Os levantamentos desse trabalho construíram subsídios para posterior articulação interinstitucional realizada pelo Diretor da DPT, João Alcides Loureiro, Bruno Pereira e Andrea Martuccelli, Coordenadora-Geral de Monitoramento Territorial, em reuniões no Estado de Roraima, no período de 6 a 11 de maio deste ano. 

Uraricuera

 

Ao todo, oito agendas foram cumpridas junto ao Ministério Público Federal, Polícia Federal, Exército Brasileiro, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Ibama, Secretaria de Segurança Pública de Roraima e unidades locais da Funai.

 

As discussões ocorreram em torno do apoio logístico e de segurança para a reativação das bases bem como interligação de informações, interação e comprometimento das instituições no que diz respeito à ação organizada e contínua de combate ao garimpo ilegal na TI Yanomami.

 

 

Força que vem da floresta

 

A luta pela manutenção da vida Yanomami, Yek'wana e da terra a que pertencem é histórica. O conceito Yanomami de terra-floresta, por eles chamada de urihi, relaciona o povo e outros seres ao meio em que vivem de maneira intrínseca e inseparável. Portanto, lutar pela proteção dessa entidade viva é batalhar por si mesmo.

 

 

 

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