| Coordenação Geral de Artesanato Indígena |
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O Patrimônio Cultural possui duas
dimensões. A primeira engloba artefatos empregados no dia-a-dia
das comunidades indígenas aos quais atribui-se, usualmente, a denominação
de “artesanato indígena”. É o caso dos enfeites corporais,
utensílios domésticos, objetos rituais e outros. Em sua
dimensão intangível encontram-se, por outro lado, as canções,
celebrações, língua, pinturas corporais, fazeres
e saberes associados a recursos naturais, conhecimentos tradicionais associados
a recursos genéticos, ritos e medicina. A CGART tem como principais atribuições promover o estudo e pesquisa da cultura material indígena em seus em seus aspectos sócio-culturais, além de zelar pela preservação, integridade, conservação e desenvolvimento do acervo de artesanato do Departamento. As novas ações, entretanto, deverão contemplar, ainda, o registro, a recuperação e a preservação das culturas material e imaterial. Desse modo, estamos, atualmente, voltados para o cumprimento das seguintes metas: • Reformulação do Programa Artíndia (criado pela Portaria n. 74/N, de 13 de dezembro de 1972, publicada no BA n. 08, de 30 de janeiro de 1973) que tem como principais objetivos a aquisição de artesanato e sua comercialização através das 08 lojas da Rede Artíndia, localizadas em Brasília, Cuiabá, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Belém e Manaus; • Inserção de ações ligadas à temática do Patrimônio Cultural Indígena no Plano Plurianual 2004-2007; • Implementação do Programa Emergencial de Aquisição de Artesanato; e • Concretização de parceria com os Programas Balcão de Comércio Exterior, do Banco do Brasil, e Fome Zero, do Ministério da Segurança Alimentar, para ampliação do escoamento da produção dos artesãos indígenas. |