17 de maio |
| Funai leva artesanato de 60 povos em Feira
Internacional no Paraná - 18h00 |
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Segundo a Coordenação Geral de Artesanato da Funai, o Programa Artíndia tem como objetivo divulgar e comercializar o artesanato de índios e promover a diversidade cultural deste povo. Toda a renda das vendas é revertida para a aquisição de novas peças. Além de peças de decoração, colares, anéis e utensílios, quem visitar este estande poderá conhecer um pouco mais da história destes grupos por meio de vídeos e músicas da cultura indígena. Atrações Este ano, a feira terá como novidade expositores de países que nunca estiveram na feira: Zimbábue, Uganda, Tunísia, Ruanda, Tanzânia, Iêmen e região da Palestina. “Acompanhamos as feiras internacionais de artesanato pelo mundo e percebemos que os artesãos desses países têm trabalhos lindos, que representam bem sua cultura e tradição. Certamente encantarão ainda mais os visitantes da feira”, aponta Jackson Hara, gerente de Marketing da Diretriz, organizadora do evento. Também confirmaram presença artesãos da África (África do Sul, Quênia, Egito, Marrocos), da Ásia (Indonésia, Líbano, China, Índia, Síria, Paquistão, Taiwan, Nepal e Irã), da Europa (Itália, Rússia, Turquia e Portugal) e das Américas (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador e México). Os estados brasileiros representados são: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. São 200 expositores apresentando trabalhos de 1.200 artesãos como pulseiras, tapetes, enfeites, porta-chaves, móveis, roupas, porta-retratos, quadros, colares, luminárias, esculturas e uma infinidade de outras opções para usar, decorar e presentear. Além de fazer compras, os visitantes poderão conhecer as culturas e histórias sobre o significado e característica de cada produto, como, por exemplo, a produção das pashiminas indianas, feitas com pêlo do peito de cabras selvagens; as máscaras quenianas em madeira ébano, uma das mais raras e resistentes do mundo; as bolsas em capim dourado, espécie só encontrada na região do Jalapão, no Tocantins, e por aí afora.
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